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sexta-feira, 24 de junho de 2011
ARQUIVO: DUCHAMP E OS READY MADE
Entrevista com o artista Marcel DUCHAMP (1887-1968), feita em Junho de 1967, com apenas o "ready-made " inventado em Nova York. A entrevista é feita em Paris na galerie GIVAUDAN. o "ready-made " nasceu de um conjunto de conclusões: muitos elementos de uma matriz são comprados prontos, telas, pincéis... empurrando o raciocínio no final surge o "ready-made " . Ele, o artista faz esse sinal. De todas as maneiras, uma obra de arte é sempre uma escolha do artista. o "ready-made "deve ser indiferente ao seu autor, isto não é uma opção estética. Ele deve se livrar desta idéia do belo e o feio. O primeiro "ready-made " data de 1913, "a roda da bicicleta". A primeira coisa que lhe interessava é o movimento, e, em seguida, ele entendeu que o movimento não era necessário. Um "ready-made " não deve ser olhado, enfatisa o conceito de tomada pelos olhos, basta ser notado , é suficiente notar. O "ready-made " tinham sido esquecido, ele não faz nada, sua morte já é esperada, mas questões de arte serão de maior interesse em relação aos "ready-made" .
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
PARANGOLÉ

Hélio Oiticica
Hélio Oiticica, pintor, escultor, artista plástico, performático e anarquista.
Nascimento 26 de julho de 1937 Rio de Janeiro. Morte 26 de março de 1980 (42 anos)
Rio de Janeiro. Hélio Oiticica (Rio de Janeiro, 26 de julho de 1937 — Rio de Janeiro, 26 de março de 1980) foi um pintor, escultor, artista plástico performático de aspirações anarquistas. É considerado por muitos um dos artistas mais revolucionários de seu tempo e sua obra experimental e inovadora é reconhecida internacionalmente. Neto de José Oiticica, anarquista, professor e filólogo brasileiro, autor do livro O anarquismo ao alcance de todos (1945).
Em 1959, fundou o Grupo Neoconcreto, ao lado de artistas como Amilcar de Castro, Lygia Clark, Lygia Pape e Franz Weissmann.
Na década de 1960, Hélio Oiticica criou o Parangolé, que ele chamava de "antiarte por excelência" e uma pintura viva e ambulante[2]. O Parangolé é uma espécie de capa (ou bandeira, estandarte ou tenda) que só mostra plenamente seus tons, cores, formas, texturas e grafismos, e os materiais com que é executado (tecido, borracha, tinta, papel, vidro, cola, plástico, corda, palha) a partir dos movimentos de alguém que o vista. Por isso, é considerado uma escultura móvel.
Em 1965, foi expulso de uma mostra no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro por levar ao evento integrantes da Mangueira vestidos com parangolés[3]. A experiência dos morros cariocas fazia parte da dimensão da sua obra[2].
Foi também Hélio Oiticica que fez o penetrável Tropicália, que não só inspirou o nome, mas também ajudou a consolidar uma estética do movimento tropicalista na música brasileira, nos anos 1960 e 1970. Oiticica o chamava de "primeiríssima tentativa consciente de impor uma imagem "brasileira" ao contexto da vanguarda". Os penetráveis têm como pré-requisito a incursão do visitante, ou seja, os ambientes coloridos só funcionam com a presença do espectador[2].
Outras de suas criações são os bólides, recipientes cheios de pigmento que trazem a cidade para uma mostra de arte. Um conjunto tem água da Praia de Ipanema e o asfalto da Avenida Presidente Vargas, "que espreitam o espaço" e esperando o público para detonar experiências estéticas[2].
Em 16 de outubro de 2009, um incêndio destruiu cerca de duas mil obras do artista plástico - aproximadamente 90% do acervo (avaliado em US$200 milhões), que era mantido na residência do seu irmão, no bairro do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Além de quadros e dos famosos "parangolés", no local também eram guardados documentários e livros sobre o artista
FONTE: WIKIPEDIA
domingo, 25 de abril de 2010
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